O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou um investimento de R$ 206 milhões na construção de 20 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), visando fortalecer a educação infantil para crianças de 0 a 5 anos. As obras, iniciadas em 2023, tiveram conclusão gradual ao longo de 2024 e 2025, priorizando regiões vulneráveis como Ceilândia, Samambaia e Taguatinga. Essa iniciativa busca ampliar o acesso à educação de qualidade e promover o desenvolvimento integral das crianças, reduzindo desigualdades sociais no DF.
Detalhes do investimento e parcerias
O montante de R$ 206 milhões foi aplicado não apenas na construção das unidades, mas também na aquisição de mobiliário e equipamentos modernos. As parcerias público-privadas e recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) foram essenciais para viabilizar o projeto, que segue padrões de sustentabilidade. Com foco em áreas de maior demanda e vulnerabilidade social, os Cepis representam uma expansão estratégica da rede educacional no Distrito Federal.
Impacto na inclusão social
A construção desses centros atende famílias em regiões administrativas carentes, oferecendo educação infantil de qualidade como ferramenta para inclusão social. O secretário de Educação, Hélvio Sousa, destacou a importância da iniciativa para o futuro da sociedade. Como parte do Plano de Governo para a Educação, o projeto visa reduzir desigualdades e fomentar o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças desde cedo.
Esse é um passo fundamental para garantir que todas as crianças do DF tenham acesso a uma educação de qualidade desde os primeiros anos de vida. Os Cepis representam não apenas uma expansão física, mas um compromisso com o futuro da nossa sociedade.
Perspectivas para 2026
Com as obras concluídas em 2025, o ano de 2026 marca o pleno funcionamento dos 20 Cepis, beneficiando milhares de famílias no Distrito Federal. Essa rede ampliada contribui para o fortalecimento da educação infantil, alinhando-se a metas de desenvolvimento sustentável. O GDF continua monitorando o impacto social, com expectativas de maior equidade educacional nas regiões prioritárias como Ceilândia e Samambaia.