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CAS aprova projeto tardio de apoio a motofretistas no DF

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Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF
Foto: Andressa Anholete / Agência CLDF

Em uma aprovação que parece mais uma gota no oceano diante das precárias condições de trabalho, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Câmara Legislativa do Distrito Federal deu sinal verde ao Projeto de Lei nº 1.071/2023 na terça-feira, 8 de abril de 2026. O texto, de autoria do deputado Roosevelt Vilela (PL), visa criar pontos de apoio para motofretistas e mototaxistas, mas críticos apontam que a medida chega atrasada para profissionais que há anos enfrentam ruas hostis sem suporte adequado. Enquanto o projeto avança para outras comissões, dúvidas persistem sobre sua efetividade real em melhorar a mobilidade urbana no DF.

Aprovação tardia na CAS

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou o Projeto de Lei nº 1.071/2023, relatado pelo deputado Joaquim Roriz Neto (PL), em uma sessão que expôs as falhas persistentes no apoio a motofretistas e mototaxistas. Esses trabalhadores, essenciais para o Distrito Federal, passam horas expostos a riscos sem locais para descanso ou higiene. Agora, o texto segue para análise em outras comissões antes da votação em plenário, prolongando a espera por mudanças concretas.

Condições precárias dos profissionais

O projeto busca oferecer espaços para alimentação e recomposição, mas destaca o descaso histórico com motofretistas e mototaxistas no Distrito Federal. Muitos relatam fadiga extrema e falta de higiene, problemas que o PL tenta mitigar de forma insuficiente. A aprovação inicial não resolve as demandas urgentes, deixando os profissionais vulneráveis enquanto burocracias se arrastam.

Esses profissionais passam horas nas ruas e merecem um local digno para descansar e se recompor.

A declaração do deputado Joaquim Roriz Neto (PL) soa otimista, mas ignora anos de negligência que agravaram a situação.

Incertezas no horizonte

Embora o deputado Roosevelt Vilela (PL) defenda o projeto como valorização do trabalho essencial para a mobilidade urbana no DF, o tom negativo prevalece diante de potenciais entraves em comissões futuras. A lentidão legislativa pode diluir os benefícios, perpetuando condições indignas para motofretistas e mototaxistas. Resta aguardar se essa iniciativa realmente transformará a realidade sombria desses trabalhadores.

É uma medida que valoriza o trabalho dos motoboys e mototaxistas, que são essenciais para a mobilidade urbana no DF.

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