O ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux decidiu abrir para a imprensa a reunião de conciliação sobre o socorro ao Banco de Brasília. A medida ocorreu após pedido da governadora do Distrito Federal Celina Leão e petição da Procuradoria-Geral do DF, que alegaram inércia do Fundo Garantidor de Créditos e da União nas negociações. O encontro foi marcado para o dia 13 de agosto de 2026, às 16h15, no Plenário da Segunda Turma do STF, em Brasília.
Decisão do ministro Luiz Fux
O magistrado atendeu à solicitação de transparência e permitiu a presença de jornalistas na audiência. A iniciativa visa esclarecer os impasses que envolvem o aporte de 6,6 bilhões de reais ao BRB. A abertura ao público representa uma resposta direta às críticas sobre falta de documentos e demora nas tratativas entre as partes envolvidas.
Acusações entre GDF, FGC e consórcio de bancos
A governadora Celina Leão e a PGDF apontam inércia do FGC e da União como principal obstáculo ao acordo. Em contrapartida, o consórcio de bancos formado por Dario Durigan, Daniel Lima, Nelson de Souza e Tarciana Medeiros questiona a ausência de informações necessárias. Procuradores do Banco Central e do DF também participam do processo para mediar as divergências.
Próximos passos da conciliação
A reunião busca viabilizar o aporte financeiro e resolver as pendências documentais. O ministro Fux conduziu os trabalhos com foco na celeridade, diante do interesse público envolvido. Todas as partes foram convocadas para apresentar esclarecimentos e avançar nas negociações.