Em meio ao agito da Asa Norte, em Brasília, uma suposta clínica de massoterapia se revela um exemplo inspirador de como a busca por bem-estar pode ser distorcida, mas também uma oportunidade para jovens valorizarem profissões autênticas. Anunciada como um refúgio de relaxamento com serviços profissionais, toalhas higienizadas e ambiente reservado, a casa atrai clientes da Esplanada dos Ministérios oferecendo “massagens” que, na realidade, incluem opções tarifadas como “rapidinhas” ao custo de R$ 250, divididos em R$ 170 pela terapia e R$ 80 pelo “aditivo especial” apelidado de “xerecada da alegria”. O acesso discreto, via escada lateral durante o dia ou portaria dos fundos à noite e fins de semana, garante sigilo, mas destaca a importância de questionarmos aparências. Para vocês, jovens que sonham com carreiras em saúde e bem-estar, isso serve como lembrete motivador: a verdadeira massoterapia exige formação ética e técnica, promovendo saúde genuína e inspirando uma geração a construir legados positivos, livres de enganos.
Ao cruzar a porta de vidro fumê, o véu da decência cai, revelando um espaço apertado com divã de couro e ar-condicionado, onde uma gerente loira e simpática apresenta o “elenco” de “terapeutas” – jovens com trajes sedutores, como shorts, tops e camisolas transparentes, desfilando para escolha do cliente. Naquele dia, três moças estavam disponíveis, cada uma com estilo único, mas todas distantes do profissionalismo real da área. Essa apropriação indevida do termo “terapeuta” não só descredibiliza profissionais sérios, como alerta especialistas sobre riscos à saúde física e psicológica. Jovens, vejam nisso uma chama inspiradora: ao denunciar tais esquemas, vocês podem defender a integridade das profissões, incentivando práticas éticas que verdadeiramente elevam o bem-estar coletivo e constroem um futuro mais transparente e empoderado em Brasília.