O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou a declaração do dia 2 de janeiro de 2026, uma sexta-feira, como ponto facultativo para toda a Administração Pública Direta e Indireta do DF. A medida foi oficializada por meio de um decreto publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira, 23 de dezembro. Com isso, os servidores públicos poderão estender o feriado de Ano Novo, criando um período de descanso prolongado logo no início do ano. O decreto visa proporcionar um breve recesso, mas enfatiza a manutenção dos serviços públicos, garantindo que a administração não pare completamente. Assinado pelo governador Ibaneis Rocha, o texto entrou em vigor imediatamente após sua publicação, refletindo uma prática comum do GDF em ocasiões semelhantes para equilibrar o bem-estar dos funcionários com as demandas da população.
No entanto, o ponto facultativo não abrange os serviços considerados essenciais, que devem continuar operando normalmente. Áreas como saúde, segurança, vigilância sanitária, fiscalização tributária, comunicação, assistência social, limpeza urbana, fiscalização do consumidor, fiscalização de transporte e fiscalização de proteção urbanística estão isentas da medida. Além disso, a Força Tarefa instituída pelo Decreto nº 43.054/2022 também segue em atividade plena. De acordo com o decreto, esses setores deverão obedecer às orientações de suas respectivas chefias para organizar as equipes. As unidades responsáveis por atendimentos essenciais à população são obrigadas a manter escalas de trabalho adequadas, assegurando a prestação ininterrupta dos serviços públicos e evitando qualquer prejuízo à comunidade do Distrito Federal.
Essa decisão do GDF alinha-se a uma série de medidas semelhantes adotadas em anos anteriores, demonstrando uma política de gestão que prioriza o equilíbrio entre o funcionalismo e as necessidades operacionais do governo local. Com o ponto facultativo, espera-se um impacto positivo na motivação dos servidores, embora o foco permaneça na continuidade dos serviços críticos para o funcionamento da capital.