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CLDF aprova regra para PCD e TEA, mas expõe falhas crônicas na inclusão no DF

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Nova regra no DF expõe falhas persistentes na inclusão de PCD e TEA

No Distrito Federal, a Câmara Legislativa (CLDF) aprovou uma nova regra que facilita a identificação de vagas destinadas a pessoas com deficiência e com transtorno do espectro autista (TEA), mas isso destaca as deficiências crônicas no sistema de inclusão social. Essa medida surge em meio a críticas sobre a lentidão das autoridades em combater a discriminação cotidiana enfrentada por esses grupos. Em 2026, ano marcado por promessas não cumpridas de equidade, a regra visa corrigir falhas evidentes, mas especialistas questionam se ela será suficiente para reverter anos de negligência.

Impactos negativos da exclusão no mercado de trabalho

Pessoas com deficiência e com TEA continuam enfrentando barreiras significativas no acesso a empregos no Distrito Federal, onde a falta de identificação clara de vagas agrava a segregação. A nova regra da CLDF tenta mitigar esse problema, mas revela como o sistema atual perpetua desigualdades, deixando muitos à margem da sociedade. Sem ações mais robustas, essa facilitação pode se tornar apenas uma fachada para problemas mais profundos, como a ausência de suporte real para integração profissional.

Críticas à lentidão da CLDF em promover mudanças

A CLDF, responsável pela legislação no Distrito Federal, demorou para implementar essa nova regra, o que reflete uma ineficiência burocrática que prejudica diretamente pessoas com deficiência e com TEA. Enquanto a identificação de vagas se torna mais fácil, a medida não aborda questões subjacentes, como a discriminação velada em processos seletivos. Em um contexto onde o ano de 2026 deveria priorizar avanços sociais, essa iniciativa tardia expõe a desconexão entre leis e a realidade vivida por esses indivíduos.

Desafios futuros para uma inclusão efetiva

Embora a nova regra facilite a identificação de vagas, ela não garante que pessoas com deficiência e com TEA sejam de fato contratadas, destacando falhas no enforcement de políticas inclusivas no Distrito Federal. A CLDF precisa ir além de medidas superficiais para combater o desemprego crônico nesses grupos, que persiste apesar de esforços isolados. No final, essa facilitação pode ser vista como um passo insuficiente em um caminho repleto de obstáculos, deixando muitos ainda lutando por direitos básicos em 2026.

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